sábado, 12 de junho de 2010

@

Erramos.

Superamos.

E voltamos a errar.

Por mais que tenhamos consciência dos nossos actos há sempre algo que nos escapa. Há sempre um aspecto importante que deveria permanecer.

Sentimos que tudo há nossa volta está mudado, quando na realidade nós é que mudamos. Nada há nossa volta tem o poder de se alterar. Nós sim, nos transformamos e somos capazes de transformar o mundo à nossa volta. E por vezes, para pior.

Somos nós os responsáveis pelo mundo de confusões e alterações que se insere na nossa cabeça, na nossa alma, no nosso coração. Somos nós que guiamos os nossos actos. E só erramos se escolhemos mal o guia destes. Com a alma, sentimos o mundo que nos rodeia, sentimos um mundo de sensações que já conhecemos, mas que nos fazem tão bem. Com a cabeça, tomamos consciência do que realmente importa, do que precisamos mesmo e do que não é necessário fazer. E com o coração, somos o que mais ninguém consegue ser. Sentimos sensações que nunca sentimos antes. Sonhamos o mais alto possível com quem mais amamos. E são estas pessoas especiais que nos fazem sorrir e que nos fazem escolher inconscientemente qual a parte de nós que quer sentir o momento.

Somos nós próprios por não termos medo de admitirmos o que sentimos.

E somos quem somos por conseguirmos reagir a cada momento e a cada instante ao mundo de completas sensações que nos envolve.

O que cada um sente e a maneira como reage a isso é o que nos define.. Sentir é mais que um mero sentimento, é a essência de qualquer instante..

domingo, 9 de maio de 2010

.

Somos tudo. Somos nada.

Pensamos que dominamos o coração e o mundo. Mas são eles que nos dominam.

Pensamos que controlamos os nossos gestos e palavras. Mas é quem o faz é o coração e a alma.

Erramos ao julgar que somos perfeitos. Pensamos que o imperfeito não é importante, quando na realidade o imperfeito é o perfeito disfarçado.

Sofremos ao ansiarmos certos momentos. E quando estes chegam, perdem a essência. Essência esta que é a base de todos os instantes.

Precipitamo-nos ao agirmos sem pensar. Mas por vezes estas precipitações são o que nos fazem agir correctamente, agir com o coração.

Sentimos com a alma, agimos com o coração e sonhamos com a imaginação. E ainda somos capazes de fazer tanta maldade. Ainda somos capazes de agir insensatamente, de errar e de magoar quem mais amamos.

O inesperado espera-nos. E tememos cada passo até ele. Temos medo de errar, mas ao pensar nisso mais erramos pois cada passo que damos é cauteloso. Devemos avançar sem medos do futuro, sem ter medo de errar, sem medo de sofrer.

Sentimo-nos frágeis. Esperamos por um carinho, um abraço, um miminho. Mas por vezes isso não acontece. Sentimo-nos em baixo, sós.

Expressão. É complicado exprimirmo-nos livremente, sem medos nem vergonhas do que os outros irão pensar. Mas quando o conseguimos a sensação é muita mais triunfadora de que qualquer outra.

Precisamos de nos sentirmos amados e especiais para conseguirmos tirar partido do que a vida tem de bom. Precisamos de sentir aquele calor bom e aconchegante de alguém a dizer que está ao nosso lado para o que der e vier.

E chego a conclusão que somos tudo e somos nada. Somos tudo quando sentimos o que realmente interessa e importa, o que realmente é importante para sorrirmos. E somos nada quando magoamos quem mais nos interessa. Aí descemos ao nosso mais escuro esconderijo e tentamos capacitarmos que é um sonho. Não passa de uma ilusão. E quando percebemos que erramos e que temos de fazer algo para compensar.. É tarde demais. Já fizemos sofrer.


terça-feira, 2 de março de 2010

Essencial

Para um simples começar
Uma palavra é essencial
Sonhar...