quinta-feira, 21 de abril de 2011

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Muitos têm medo. Muitos tentam convencer-se que são os únicos a tê-lo. Mas seremos todos iguais?
Por breves momentos acredito que todos fazemos parte de uma espécie que não difere muito em relação aos sentimentos. Por outro lado, somos tão diferentes quando queremos agir à nossa maneira.
As nossas acções fazem de nós quem somos e a maneira como reagimos às acções dos outros define-nos como pessoas.
Somos iguais na medida que todos sentimos, todos pensamos, todos agimos. Mas por sentirmos e pensarmos é que podemos fazer o que achamos que é o mais correcto, o que nem sempre é.
A razão e o coração torna-nos iguais e diferentes ao mesmo tempo. Cada pessoa tem o seu ideal, a sua essência. Difícil não é saber lidar com elas, mas sim descobri-las.




quinta-feira, 14 de abril de 2011

" A mente voa com as palavras " (Aristófanes)


E o coração voa com os sentimentos...



domingo, 10 de abril de 2011

dive for dreams

"... trust your heart
if the seas catch fire
(and live by love
though the stars walk backward)..."


dive for dreams

EE Cummings


sexta-feira, 8 de abril de 2011

É importante reconhecer e admitir os nossos erros, mas é igualmente importante reconhecer e admitir o que realmente somos e o quanto valemos.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Liberdade.
Sentir-me livre.
Uma busca por sensações inadiáveis necessita-se.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Um dia...

Porque uma simples foto e frase podem despertar em cada um de nós uma cadeia de pensamentos e sensações




Por que há-de haver um dia em que nós não seremos nós
E longe de tudo, longe de todos
O que reinará serão os nossos sonhos e ambições

Por que há-de haver um dia em que as nossas emoções estarão livres
E não terão quaisquer obstáculos
Um só dia em que voarão sem rumo, capazes, felizes

Por que há-de haver um dia em que as injustiças acabarão
E onde a honestidade prevalecerá

Por que há-de haver um dia em que fugiremos com a nossa alma
Para conhecer o Mundo, para realizar os nossos sonhos

Por que há-de haver um dia em que nos aperceberemos
Que o perfeito somos nós que o fazemos e que o imperfeito é só um preconceito.

Por que um dia o tudo será o nada e o nada será o tudo. E tudo aquilo que conhecemos desaparecerá sem deixar qualquer rasto... Nesse dia iremos dar valor a tudo o que temos agora. E será tarde demais.

Por que há-de haver um dia...

sábado, 5 de março de 2011

I will never give up until I have what I really want. Because I am what I am. And in the most part of time I know what I feel. Or... Just sometimes.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Começar



"Do not give up, the beginning is always the hardest"


Sei a resposta a todos os meus problemas.
Só não sei é chegar até elas. @

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011


O pensamento torna-se complicado quando decidimos abrir horizontes. Damos por nós perdidos algures no nosso interior, à deriva nos nossos pensamentos, vendo tantos objectivos e sonhos ainda não realizados.
Vemos que o passado já aconteceu e que o futuro está mais perto a cada instante, a cada suspiro e inspiração.
E voltamos ao estado de espírito anterior... À espera que algo aconteça e que mude a nossa auto-estima. E por vezes nada. Temos que ser nós a fazer algo para o mudar.

O tempo é algo complexo. Não podemos fazer nada para o parar. Não podemos voltar atrás. Cada instante é precioso pois o que acontece não pode ser mudado nunca. E só nós conseguimos controlar isso.

O presente faz acontecer o depois e faz desaparecer o agora.


Um fugir


Era bom fugir. Mas não fugir completamente.
Um fugir apenas despercebido. Sem que nada nem ninguém notasse.
Soltar o meu eu interior que há muito está aprisionado. Procurar um refúgio fora da minha alma, fora da minha mente onde só eu conseguisse lá chegar. Algo que ultrapassasse a imaginação, algo que envolvesse tudo o que eu gosto. Deixar de parte tudo o que é supérfluo, desnecessário. E unir tudo o que faz parte de mim, juntar a minha essência. E por um instante libertá-la. Deixá-la ser livre e voar por entre sonhos e fantasias. Um fugir assim, inocente e libertador...



domingo, 9 de janeiro de 2011

Por breves instantes, basta sentir


Thinking about the unreal is only a way to make us forget what is the reality.



Viver em ilusões é uma questão de vontade própria.

Podemos escolher refugiarmo-nos no nosso interior e deixar a imaginação reinar, acreditando que não há nada mais perfeito que o perfeito que imaginamos. Assim, deixamo-nos guiar pela criatividade da nossa alma, do nosso ser. Passamos a acreditar em algo que não é verdade, ilusões.
Ou podemos escolher refugiarmo-nos em algo que amamos profundamente, seja uma pessoa, uma arte, um momento. Aí deixamo-nos guiar pelo que realmente sentimos e queremos. Por breves instantes e momentos, basta sentir. Sentir o que nos envolve e agir como queremos. Ver o resto a viver enquanto nós estamos parados na nossa realidade, a tentar desfrutar de algo que não queremos que acabe.

Ser nós próprios é o importante @

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

2010 foi...

Dois mil e dez.

Dois mil e dez foi diferente.


Foi um ano de emoções, convívio e união, marcado essencialmente por escolhas e por momentos inesquecíveis passados com pessoas indescritíveis.


Dois mil e dez foi um ano onde aprendi muito. Foi um ano onde descobri quem realmente era e sou, e quem realmente merecia o meu carinho. Foi onde me apercebi que devemos valorizar os momentos com as pessoas que mais amamos.


Ao encontrar novas sensações, e ao chocar com novos caminhos, ambições e novas maneiras de pensar e agir, pude ver o mundo à minha maneira e ver a importância de simples gestos e palavras.


Ao pensar por mim e a agir por algo que queria com todas as minhas certezas, lutei pelos meus objectivos e sentimentos e alcancei-os.


Ao entregar-me por completo aos meus sentimentos, deparei-me com um mar de novas emoções.


Perdi-me mil e uma vezes nos meus pensamentos quando mais me sentia em baixo. E por ter sempre alguém a meu lado, consegui manter um sorriso, por mais mal que estivesse.


Errei e reconheci os meus erros. Chorei e ultrapassei os meus medos. Sorri e abracei quem me apeteceu.


Dois mil e dez foi um ano marcante, do qual viverão para sempre nas minhas lembranças todos os sorrisos de quem mais gosto, os momentos e instantes mais importantes, as asneiras mais disparatas com as pessoas mais incríveis e os momentos mais decisivos e stressantes.


Foi um ano em cheio, onde me uni extremamente com o Nono Bê, uma turma única. Os momentos que passamos, as asneiras que fizemos, cada gargalhada, cada sorriso… Preciosos instantes que ainda não chegaram ao fim. Com eles aprendi o verdadeiro significado de amizade e união, e que, por vezes, não é por não estarmos juntos que não o estamos realmente. É tudo uma questão de sentir a presença de cada um.


Apaixonei-me e continuo apaixonada.

Diverti-me e continuarei a divertir-me.

Mudei a minha maneira de pensar e agir.

E arrependo-me de tudo aquilo que podia ter feito e não fiz, e de ter magoado as pessoas que mais gostava, mesmo sem intenção.

Dei cada passo com a consciência dos meus actos e temi o futuro. Depois de tanto ansiar e temer certos momentos, acabei por me aperceber que ao fazermos isso estamos a ansiar por algo que até poderá não acontecer, precipitamo-nos.


Senti-me livre.

Senti-me presa ao passado.

Fui quem realmente era e dei toda a minha alegria a quem mais necessitava de mim.

Dois mil e dez foi um ano de fortes emoções, onde houve lugar para um bocadinho de tudo.

E custa-me a ver chegar ao fim um ano tão… Enriquecedor.


Enriqueci como pessoa, pois ao encontrar a minha verdadeira essência, o meu verdadeiro eu, fortaleci cada laço com as pessoas que mais me ajudaram nas alturas de maior stress e que estiveram sempre a meu lado, independentemente de tudo.


Apesar de ter havido momentos menos bons, tenho a consciência que nem sempre tudo é fácil, mas nem sempre tudo é difícil. E que depende da nossa força de vontade e da nossa maneira de encarar o que a vida nos dá, independentemente de ser bom ou mau.


A todos os que contribuíram e fizeram com que o meu ano fosse assim tão especial, dois enormes OBRIGADO, um simplesmente por terem estado sempre a meu lado, e outro simplesmente por existirem.

E um espectacular dois mil e onze :)

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Sim ou não?

Um querer é muito mais que um preferir.

Um sentir é muito mais que um entender.

Um relembrar é muito mais que um voltar atrás.

E sentir a necessidade de parar o tempo para respirar é muito mais que um simples desejo.

Ser e não ser ao mesmo tempo…

Sim ou não?



quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Chega de sofismas.


quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Reviver


Querer voltar atrás e reviver tudo de novo.
Querer ir a cada momento passado para puder sentir de novo todas aquelas emoções e sensações reconfortantes.
Recuar até cada sorriso sincero, até cada olhar penetrante, até cada abraço dado. Voltar atrás no tempo para puder dizer cada palavra marcante. Voltar atrás para errar, cair e levantar-me com orgulho.
Mas principalmente voltar atrás para reviver aqueles momentos que mais me marcaram. Aqueles que nos fazem dizer que valeu a pena. Aqueles que foram vividos com as pessoas que nos preenchem.
E chego à conclusão que do passado, para além destas meras memórias, só nos resta a nostalgia.
Dou por mim a voltar atrás com o meu pensamento como se fosse uma espécie de gravador, a rever mentalmente cada gargalhada, asneira, lágrima... E só assim consigo dizer fui feliz e reconhecer que agora também o sou e o hei-de continuar a ser.. Pois o tempo não interessa. Não é ele que apaga as nossas lembranças. Não é ele que muda os nossos sentimentos por alguém. E não é ele que nos faz ser diferentes.

Temos o poder de escolher seguir em frente e continuar a ser felizes. Basta escolher.
Sigo em frente.. Mas sempre com o coração preso ao passado, pois foi nele que aprendi que tudo o que de bom nos é dado, um sorriso, um abraço, ou até um simples olhar, tem que ser estimado e guardado, pois é isso que nos preenche.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010


Quem me dera voltar atrás, voltar a ser criança. Voltar a sentir a doce liberdade na ponta dos pés prolongada até à mais ínfima ponta de cabelo. Voltar a correr sem medir distâncias e sentir uma frescura na cara sem saber o que é. Voltar a agir sem pensar nem sentir na pele as consequências antecipadas. Voltar atrás e puder novamente ser criança e desfrutar de todas as aventuras já desfrutadas. Sentir sempre uma necessidade de estar em interacção com o que me envolve, sentir uma necessidade imensa de sorrir só porque me apetece, contagiando todos os que me rodeiam. Voltar atrás, ao tempo dos porquês, da inocência. Voltar atrás, onde tudo era tão simples e onde uma pequena coisa podia significar tudo ou nada, onde tudo parecia tão estranho e mesmo assim tão aconchegante.
Voltar atrás...
Voltar a ser a criança que era...
Ou... Ser capaz de ser novamente a criança que era...


terça-feira, 31 de agosto de 2010

Livre


Livre. Uma sensação de liberdade e conforto apodera-se de mim. Uma brisa leve passa por mim como se nada fosse. O mar ao longe exerce o seu poder e toma posse das mais meras sensações de simplicidade. No silêncio que reina, nenhum som é mais importante que o bater de um coração. Sinto-o. O medo de entregar-me a ele começa a atingir-me e penso em recuar. Não recuo. Insisto em continuar a senti-lo. E sinto-me a envolver com o espaço que me rodeia. As sensações que me envolvem começam a ganhar forma. E começo a entender coisas que antes não entendia. O meu olhar ganha um novo horizonte. As minhas mãos, um novo conhecimento. A minha alma evolui. E a sensação de sentir intensifica-se. Começo a imaginar coisas irreais, a sonhar. E isso apodera-se de mim. Passo a um estado sonhador e aventureiro que quer partir à descoberta. Abro os olhos. E volto a mim mesma, ao mundo realmente como é.


Sonhar é bom. Mas sentir é melhor.


sábado, 28 de agosto de 2010

É uma ilusão

Porque será que quando mais preenchidos estamos mais nos sentimos infelizes e a precisar de algo mais? Temos tudo o que precisamos para ser felizes mas mesmos assim não chega. Precisamos de ter sempre essas essências connosco, precisamos delas para viver cada segundo, cada instante. E não deveria ser assim. Devíamos conseguir fazê-lo. Saber que termos as essências necessárias para sermos quem somos devia dar motivos suficientes para conseguir avançar a cada instante, para viver sem ter medo de nada. Mas não. Pensamos que como não as temos sempre connosco não as temos realmente. Mas não passa de uma ilusão. Só por não estarem sempre connosco, não quer dizer que elas não estejam realmente. A maioria das vezes até estão, mas não nos apercebemos disso. E precisamos de aprender isso. É nos uma tarefa descobrir onde estão presentes. No nosso coração, no nosso pensamento ou até em cada acto e gesto que fazemos. Não podemos desistir se sentimos que por vezes não estão connosco. Temos que batalhar para perceber que independentemente de tudo essas forças que nos fazem crescer e viver estão sempre connosco, só que por vezes não estão sempre visíveis. É tudo uma questão de aprender a senti-las. E cada pessoa é livre de escolher essas essências. Mesmo sendo pessoas, gestos, sentimentos, momentos. O importante é não desistir delas pois são elas que nos dão força para sermos quem somos… A ausência que por vezes sentimos pode não ser real... É uma ilusão.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Saber...

Às vezes parece que tudo é um erro. Parece que o mundo virou e somos os únicos que nos conseguimos manter em pé. Pensamos que a nossa vida podia ser melhor e queixamo-nos tanta vez sem olhar para o resto. Queremos desaparecer sem deixar qualquer rasto, para um cantinho do mundo onde ninguém nos encontre, onde não haja ninguém a dar opiniões sobre a nossa vida e onde não temos que dar justificações dos nossos actos. Refugiamo-nos no nosso interior. A escuridão e solidão tomam posse do nosso consciente e o inconsciente passa a dominar-nos. Com ele aprendemos a dar valor a certas coisas que achávamos insignificantes. E percebemos que devíamos dar mais importância a momentos simples, que por terem essa simplicidade tornam-se especiais e inesquecíveis. Aprender a sobrevalorizar cada instante em que vivemos é um obstáculo que temos que vencer, pois em cada instante descobrimos uma nova sensação, aprendemos e sentimos algo que nunca tínhamos descoberto, nem que seja um mero movimento, ou uma mera rajada de vento na cara, um mero carinho. Se não aprendermos a dar valor a simples coisas como estas, quem seremos? Não podemos excluir estas sensações pois fazem parte de nós. Quer queiramos quer não. Temos que aprender a lidar com elas e saber usufrui-las ao máximo pois com elas descobrimos que nem sempre o mais acertado é o caminho certo a seguir. Sentir é importante. Mas é saber escutar o que sentimos é muito mais…

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Viver

Quando mais nos tentamos manter afastados de certas realidades, mais nos aproximamos. Quando mais desejamos continuar a ter uma coisa, mais a perdemos. Quando mais tentamos avisar alguém do perigo que corre, mais essa pessoa sente a necessidade de se aproximar dele para se sentir segura. A vida é feita disto. Feita de escolhas, de oportunidades, feita de momentos. Uns bons, outros maus. Mas o que realmente interessa é saber como vivê-la. Não errar é desumano. Chorar é importante. Sorrir é essencial. Mas aproveitar cada instante é imprescindível, pois se não soubermos aproveitar cada oportunidade de viver que nos foi dada, quem o fará por nós? Erramos ao pensar que a vida não passa de meros momentos. Na realidade, até não passa de meros momentos, mas são estes meros momentos que a preenchem e a tornam tão especial e memorável. Acho que erramos ao julgar as pessoas pela aparência e pela idade. Cada pessoa é como é, não pela sua aparência nem pela sua idade, mas sim pela forma como decide enfrentar cada dia, cada obstáculo, cada instante. E não as pudemos julgar… Pois cada uma é diferente da outra, cada uma decide quando a melhor altura para avançar para o obstáculo seguinte. E ninguém as deveria impedir de serem elas a fazer estas escolhas nem de serem elas a decidir, pois só elas saberão quando é a altura certa para crescerem. Ser feliz é importante e só cada um sabe o que o faz assim. Uns, são felizes simplesmente vivendo um dia de cada vez. Outros, planeando os dias. E existem muitos outros. Para mim, ser feliz é viver ao lado das pessoas que amamos, saber respeitar os limites destas. É aproveitar cada momento, cada segundo, cada sorriso, olhar, inspiração, é receber de abraços abertos tudo o que nos aparece pela frente, mesmo que nos doa. É sorrir quando mais nos apetece chorar. É amar mesmo que essa pessoa nos odeie. É chamar de amigo aquele nos protege e nos adora. É ser como somos, e não como queremos! Uns preferem desperdiçar a vida, outros nem se importam com o que lhes aparece à frente. E eu? Eu prefiro aproveitá-la… Pois nunca se sabe o que me pode aparecer, e mesmo que não seja tão bom, continuarei a pensar assim, pois são com os nossos erros, medos e obstáculos que aprendemos e descobrimos o que nunca antes tínhamos sentido e visto.

Não podemos escolher viver. Mas podemos sempre escolher aprender a viver.