quarta-feira, 29 de junho de 2011
Sixteen
« Cada um tem a idade do seu coração » Alfred d'Houdetot
quarta-feira, 22 de junho de 2011
sexta-feira, 3 de junho de 2011
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Somos nós por sermos racionais, por pensarmos por nós. Mas o que faz da nossa pessoa ela própria é o que sentimos e o que decidimos fazer em relação a isso. Somos feitos de razão e emoção. Ambas se conjugam para formar um ser que irá agir de acordo com o que pensa e sente. Não podemos escolher entre algo que faz parte de nós embora por vezes nos apetecesse deixar uma de parte. @
« Porque o Homem é razão mas também é emoção. O meio envolvente revela emoções de agrado ou desagrado, de prazer ou de tristeza, de beleza ou fealdade. Mas o Homem não se limita a contemplações, também cria, produz objectos onde procura não apenas expressar estas emoções, mas também fá-lo de forma a que outras possam igualmente experimentar quando as contemplam »
sábado, 7 de maio de 2011
Muitas mudam para pior e poucas são aquelas que conseguem mudar para melhor.
Seja qual for o grupo em que nos encontremos, haverá sempre uma grande diferença. As pessoas olham com um certo desprezo certas mudanças, ou todas. Ou pensam que simplesmente mudamos e afastam-se de nós. Ou seremos nós a afastarmos dessas pessoas. E isto acontece mesmo sem sabermos ou nos apercebermos. Porque parece um ciclo vicioso. Porque parece que precisamos de mudar para nos adaptarmos ao que nos acontece e nos envolve.
Significa tomar consciência de certas coisas e aperceber-mo-nos do que realmente queremos e sentimos. É conseguir dar a nossa opinião, é conseguir estabelecer limites e ultrapassar cada obstáculo que se atravesse à nossa frente. Mudar para algo melhor é crescer. É conseguir decifrar algo que não sabemos e atravessar para um Mundo onde tudo parece tão concreto e misterioso ao mesmo tempo. Mudar é não nos perdermos nos nossos ideais e coisas banais, e enfrentar a realidade, mesmo sendo ela dura.
quinta-feira, 21 de abril de 2011

quinta-feira, 14 de abril de 2011
domingo, 10 de abril de 2011
dive for dreams
"... trust your heart
if the seas catch fire
(and live by love
though the stars walk backward)..."
dive for dreams
EE Cummings
sexta-feira, 8 de abril de 2011
quarta-feira, 16 de março de 2011
Um dia...

sábado, 5 de março de 2011
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Começar

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Um fugir

domingo, 9 de janeiro de 2011
Por breves instantes, basta sentir

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
2010 foi...
Dois mil e dez.
Dois mil e dez foi diferente.
Foi um ano de emoções, convívio e união, marcado essencialmente por escolhas e por momentos inesquecíveis passados com pessoas indescritíveis.
Dois mil e dez foi um ano onde aprendi muito. Foi um ano onde descobri quem realmente era e sou, e quem realmente merecia o meu carinho. Foi onde me apercebi que devemos valorizar os momentos com as pessoas que mais amamos.
Ao encontrar novas sensações, e ao chocar com novos caminhos, ambições e novas maneiras de pensar e agir, pude ver o mundo à minha maneira e ver a importância de simples gestos e palavras.
Ao pensar por mim e a agir por algo que queria com todas as minhas certezas, lutei pelos meus objectivos e sentimentos e alcancei-os.
Ao entregar-me por completo aos meus sentimentos, deparei-me com um mar de novas emoções.
Perdi-me mil e uma vezes nos meus pensamentos quando mais me sentia em baixo. E por ter sempre alguém a meu lado, consegui manter um sorriso, por mais mal que estivesse.
Errei e reconheci os meus erros. Chorei e ultrapassei os meus medos. Sorri e abracei quem me apeteceu.
Dois mil e dez foi um ano marcante, do qual viverão para sempre nas minhas lembranças todos os sorrisos de quem mais gosto, os momentos e instantes mais importantes, as asneiras mais disparatas com as pessoas mais incríveis e os momentos mais decisivos e stressantes.
Foi um ano em cheio, onde me uni extremamente com o Nono Bê, uma turma única. Os momentos que passamos, as asneiras que fizemos, cada gargalhada, cada sorriso… Preciosos instantes que ainda não chegaram ao fim. Com eles aprendi o verdadeiro significado de amizade e união, e que, por vezes, não é por não estarmos juntos que não o estamos realmente. É tudo uma questão de sentir a presença de cada um.
Apaixonei-me e continuo apaixonada.
Diverti-me e continuarei a divertir-me.
Mudei a minha maneira de pensar e agir.
E arrependo-me de tudo aquilo que podia ter feito e não fiz, e de ter magoado as pessoas que mais gostava, mesmo sem intenção.
Dei cada passo com a consciência dos meus actos e temi o futuro. Depois de tanto ansiar e temer certos momentos, acabei por me aperceber que ao fazermos isso estamos a ansiar por algo que até poderá não acontecer, precipitamo-nos.
Senti-me livre.
Senti-me presa ao passado.
Fui quem realmente era e dei toda a minha alegria a quem mais necessitava de mim.
Dois mil e dez foi um ano de fortes emoções, onde houve lugar para um bocadinho de tudo.
E custa-me a ver chegar ao fim um ano tão… Enriquecedor.
Enriqueci como pessoa, pois ao encontrar a minha verdadeira essência, o meu verdadeiro eu, fortaleci cada laço com as pessoas que mais me ajudaram nas alturas de maior stress e que estiveram sempre a meu lado, independentemente de tudo.
Apesar de ter havido momentos menos bons, tenho a consciência que nem sempre tudo é fácil, mas nem sempre tudo é difícil. E que depende da nossa força de vontade e da nossa maneira de encarar o que a vida nos dá, independentemente de ser bom ou mau.
A todos os que contribuíram e fizeram com que o meu ano fosse assim tão especial, dois enormes OBRIGADO, um simplesmente por terem estado sempre a meu lado, e outro simplesmente por existirem.
E um espectacular dois mil e onze :)





