domingo, 19 de fevereiro de 2012

« Nada existe estável sob o Sol »


Eça de Queirós

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Uma adrenalina domina. Um grito louco e aliviado rebenta. Um sentimento reconfortante apodera-se. Êxtase total.





segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

« Por um misto de emoções me guiei e aqui vim parar. Não corro, não fujo. Apenas quero saber a razão de aqui estar »

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Dois Mil e Onze



Dois Mil e Onze.

Dois Mil e Onze foi diferente, especial. Foi um ano de assentar ideias, definir expectativas, continuar a lutar pelo que queria, mantendo tudo o que ganhei até ao momento ao meu lado.

Cresci. Sonhei. Errei.

Foi difícil cooperar tudo, não foi fácil a adaptação a novos anos escolares. Mas foi bom poder continuar a contar com as pessoas que me enchem o coração.

Houve momentos difíceis, momentos stressantes, momentos menos bons. Mas essencialmente existiram (e existem guardados na minha memória e coração) momentos bons: alegres, divertidos, de rir até chorar, de desabafar, momentos estes que nos dão a garantia do que somos e de quem podemos contar.

Foi um ano que difere de Dois Mil e Dez no que se refere a encontrar novas sensações: foi um ano de manter as que já existiam, torná-las mais intensas, verdadeiras e duradouras.

Defini objectivos, atingi-os. Desanuviei, trabalhei ainda mais.

Dei o que pude a quem achei que merecia o meu esforço e não me arrependo de nada... Excepto de não ter passado mais tempo com as pessoas que adoro.

Foi um ano de me estabilizar enquanto pessoa. Um ano para dar novo rumo e descobrir novos caminhos em sentimentos e sensações já conhecidas. Um ano de aprendizagem, onde reforcei a certeza de que quem gosta de nós está sempre connosco e onde procuramos conviver ao máximo.

Ficarão para sempre marcadas as asneiras das aulas e fora delas, as gargalhadas, os abraços, os gestos, os carinhos.
...
As palavras não são muitas mais para descrever este ano, mas não significa que não foi tão ou mais importante do que os outros... Só significa que nem sempre existem palavras para descrever certos instantes.

Desejo a todos os preencheram o meu ano, e não só, um óptimo Dois Mil e Doze e que nele consigam realizar todos os desejos e objectivos que não realizaram este ano e que abram as portas a novos e enriquecedores desafios e sonhos... E que principalmente se divirtam e não deixem de ser quem são :)



Momentos... Pequenos grandes momentos a correrem num cantinho chamado memória

sábado, 24 de dezembro de 2011



« My soul is the sky »


William Shakespeare
« O Natal não é um momento nem uma estação, senão um estado da mente. Valorizar a paz e a generosidade e ter graça é compreender o verdadeiro significado de Natal »


Calvin Coolidge

domingo, 18 de dezembro de 2011


Era bom que não precisassemos de uma razão para tudo o que fazemos...

domingo, 11 de dezembro de 2011



Pôr a imaginação ao rubro, a viver, a dançar. Pô-la a correr todos os cantos do nosso ser.
Crescer, tendo a consciência de que para sonhar é preciso distinguir a realidade do surreal, as ilusões das verdades. Ficar na expectativa de que algo se concretize, ser-se invadido pela esperança, nostalgia e ambição. Desejar que os nossos mais profundos desejos e sonhos se tornem reais.

Sonhar, não sonhamos todos?

Os sonhos fazem parte de nós, caracterizam-nos, guiam os nossos pensamentos e ações.



Porém, a verdadeira arte não está em sonhar, mas em passar os sonhos do nosso mundo para o mundo cá fora. E se não correr como desejamos, ir sempre em frente à procura de algo que nos complete.

Os sonhos não deixam de ser reais se não se concretizarem ou se se tranformarem noutros. Não deixam de existir dentro de nós, não desaparecem.

Ter a capacidade de sonhar é algo que não se consegue explicar. O subconsciente é uma coisa incrível.

« Somos sempre muito mais do que pensamos ser e temos muito mais para dar do que pensamos »

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Utopia








« The burning desire to live and roam free
It shines in the dark and it grows within me ... »

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Words are no needed to describe certain things. But they help us to know what we feel.


« E no meio de um inverno eu finalmente aprendi que havia dentro de mim um verão invencível »


Albert Camus


sexta-feira, 25 de novembro de 2011


« É o coração que faz o carácter »

Eça de Queirós - 166 anos

sábado, 19 de novembro de 2011

Voando... Voando bem alto ao som de música, imaginação e momentos

sábado, 12 de novembro de 2011

Olhar para o Passado e ser invadida pela nostalgia.
Pensar no Futuro e ser invadida pelo medo.
Ficar perdida entre a realidade e a expectativa, flutuando em certezas que rapidamente se transformam em incertezas...


"But if you never try, you'll never know
Just what you're worth"

Coldplay


quinta-feira, 10 de novembro de 2011

sexta-feira, 28 de outubro de 2011


Todos nós temos momentos mais doidos.

Uns mais do que os outros.

sábado, 15 de outubro de 2011

E é quando o Mundo parece estar do avesso que mais insistimos em pensar e a supor, a tirar conclusões precipitadas ou a lembrar tudo o que deveríamos esquecer.
Os nossos sentimentos viajam à flor da pele pois sentem que algo lhes está a escapar. Reagem a qualquer impulso, acção ou pensamento, por mais insignificante que estes sejam numa situação normal. Ficam confusos, perdidos, inseguros. E consequentemente nós também.


O caminho que percorremos a cada instante pode ser longo e inabalável, mas acabamos por não aprender nem valorizar nada.
Por outro lado, se é curto e duro acabamos por dar valor a tudo o que passamos, porque vivemos tudo mais intensamente.

« O importante não é o destino. Mas sim a viagem »




terça-feira, 4 de outubro de 2011



« Sorrir com os olhos, falar pelos cotovelos, meter os pés pelas mãos. Em mim, a anatomia não faz o menor sentido. Sou do tipo que lê um toque, que observa com o coração e caminha com os pés da imaginação. Multiplico meus cinco sentidos por milhares e me proponho a descobrir todos os dias novas formas de sentir.

Quero o cheiro da felicidade, o gosto da saudade, o olhar do novo, a voz da razão e o toque da ternura. Luto contra o óbvio, porque sei que dentro de mim há um infinito de possibilidades e embora sentimentos ruins também transitem por aqui, sei que devo conduzi-los com a força do pensamento até a porta de saída.

Decidi não delegar função para cada coisa que eu quero. Nem definir o lugar adequado para tudo de bom que eu sinto. Nossos sentimentos são seres vivos e decidem sem nos consultar. A prova de que na vida, rótulos são dispensáveis e sentimentos inclassificáveis. »

Fernanda Gaona