Liberdadequarta-feira, 28 de março de 2012
sexta-feira, 23 de março de 2012
Mistério

O mistério cria sentimentos novos. É a chave para um mundo diferente onde reina a fantasia, onde a imaginação flui sem que nada a páre. A curiosidade, pelo contrário, mata sonhos. Mata ilusões, ambições. Destrói o que muitas vezes nos mantém estáveis. Sem aquele cantinho especial chamado mistério em que podemos nos libertar e dar um bocadinho de nós (sim porque a nossa imaginação e o que dela flui faz parte de nós) perdemos o interesse, a segurança. Passamo-nos a interessar por outras coisas e deixamos de parte algo que fazia parte de nós. Lembranças voltam. Revivemos os tempos em que não sabiamos ao certo o que aquilo era. E um querer voltar atrás, um querer voltar ao mistério, apodera-se do nosso corpo, do nosso coração, da nossa alma.
sábado, 10 de março de 2012
quinta-feira, 8 de março de 2012
quarta-feira, 7 de março de 2012
domingo, 19 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Dois Mil e Onze
Dois Mil e Onze.
Dois Mil e Onze foi diferente, especial. Foi um ano de assentar ideias, definir expectativas, continuar a lutar pelo que queria, mantendo tudo o que ganhei até ao momento ao meu lado.
Cresci. Sonhei. Errei.
Foi difícil cooperar tudo, não foi fácil a adaptação a novos anos escolares. Mas foi bom poder continuar a contar com as pessoas que me enchem o coração.
Houve momentos difíceis, momentos stressantes, momentos menos bons. Mas essencialmente existiram (e existem guardados na minha memória e coração) momentos bons: alegres, divertidos, de rir até chorar, de desabafar, momentos estes que nos dão a garantia do que somos e de quem podemos contar.
Foi um ano que difere de Dois Mil e Dez no que se refere a encontrar novas sensações: foi um ano de manter as que já existiam, torná-las mais intensas, verdadeiras e duradouras.
Defini objectivos, atingi-os. Desanuviei, trabalhei ainda mais.
Dei o que pude a quem achei que merecia o meu esforço e não me arrependo de nada... Excepto de não ter passado mais tempo com as pessoas que adoro.
Foi um ano de me estabilizar enquanto pessoa. Um ano para dar novo rumo e descobrir novos caminhos em sentimentos e sensações já conhecidas. Um ano de aprendizagem, onde reforcei a certeza de que quem gosta de nós está sempre connosco e onde procuramos conviver ao máximo.
Ficarão para sempre marcadas as asneiras das aulas e fora delas, as gargalhadas, os abraços, os gestos, os carinhos.
...
As palavras não são muitas mais para descrever este ano, mas não significa que não foi tão ou mais importante do que os outros... Só significa que nem sempre existem palavras para descrever certos instantes.
Desejo a todos os preencheram o meu ano, e não só, um óptimo Dois Mil e Doze e que nele consigam realizar todos os desejos e objectivos que não realizaram este ano e que abram as portas a novos e enriquecedores desafios e sonhos... E que principalmente se divirtam e não deixem de ser quem são :)

sábado, 24 de dezembro de 2011
domingo, 11 de dezembro de 2011

Pôr a imaginação ao rubro, a viver, a dançar. Pô-la a correr todos os cantos do nosso ser.
Crescer, tendo a consciência de que para sonhar é preciso distinguir a realidade do surreal, as ilusões das verdades. Ficar na expectativa de que algo se concretize, ser-se invadido pela esperança, nostalgia e ambição. Desejar que os nossos mais profundos desejos e sonhos se tornem reais.
Porém, a verdadeira arte não está em sonhar, mas em passar os sonhos do nosso mundo para o mundo cá fora. E se não correr como desejamos, ir sempre em frente à procura de algo que nos complete.




