terça-feira, 22 de maio de 2012

Last chance. Last breath.

sábado, 5 de maio de 2012

Um mundo do avesso

« O meu mundo não é como o dos outros, quero demais, exijo demais; há em mim uma sede de infinito, uma angústia constante que eu nem mesma compreendo, pois estou longe de ser uma pessoa; sou antes uma exaltada, com uma alma intensa, violenta, atormentada, uma alma que não se sente bem onde está, que tem saudade… sei lá de quê! » Florbela Espanca

 

Uma alma que não sabe bem onde está nem onde quer estar.

 Um mundo do avesso onde a chuva são raios de sol. Onde as ondas do mar são ondas de fogo. Onde o ódio se torna paixão e a paixão se torna ódio. Onde uma amizade cria inimigos e os inimigos se tornam chegados. Onde a insegurança reina ao contrário das certezas. Onde vento é brisa e a brisa é vento. Onde o perfeito é imperfeito e o imperfeito é perfeito. Onde o tudo pode virar nada, e o nada pode ser mesmo tudo. Um universo onde o tempo foge e deixa marcas que jamais se esquecem. Um mundo onde uma simples palavra, uma ausência de olhar, uma ambiguidade pode significar o fim deste.  Um sonho onde o futuro é inesperado e assustador. Uma viagem onde o que interessa não são as aventuras em si mas com quem as vivemos. Um sentimento infinito, eterno, onde palavras não chegam para descrever a sua milésima parte e gestos são apenas uma forma de o demonstrar. Um abraço conhecido, um beijo reconfortante. Uma alma que se encontra no meio de tanta confusão.

sábado, 21 de abril de 2012

Estado de corpo, alma e espírito:


terça-feira, 17 de abril de 2012

« o mais vivo pensamento é ainda inferior à mais baça sensação »

David Hume

quarta-feira, 28 de março de 2012

Liberdade

sexta-feira, 23 de março de 2012

Mistério

Há coisas que só são bonitas quando as percebemos... Há outras que só o são enquanto não sabemos o que realmente são.
O mistério cria sentimentos novos. É a chave para um mundo diferente onde reina a fantasia, onde a imaginação flui sem que nada a páre. A curiosidade, pelo contrário, mata sonhos. Mata ilusões, ambições. Destrói o que muitas vezes nos mantém estáveis. Sem aquele cantinho especial chamado mistério em que podemos nos libertar e dar um bocadinho de nós (sim porque a nossa imaginação e o que dela flui faz parte de nós) perdemos o interesse, a segurança. Passamo-nos a interessar por outras coisas e deixamos de parte algo que fazia parte de nós. Lembranças voltam. Revivemos os tempos em que não sabiamos ao certo o que aquilo era. E um querer voltar atrás, um querer voltar ao mistério, apodera-se do nosso corpo, do nosso coração, da nossa alma.
A magia está muitas vezes no mistério. Um mistério que no início é assustador, que se torna familiar e que, ao se acabar, se torna tão nostálgico...

sábado, 10 de março de 2012


« mover o corpo, e deixar a alma preguiçar, sem pressa nem cuidados »


Eça de Queirós - A Cidade e as Serras

quinta-feira, 8 de março de 2012

quarta-feira, 7 de março de 2012

Em tudo o que nos rodeia, em tudo o que fazemos... Não existem pessoas certas. Não existem pessoas perfeitas. Existem pessoas imperfeitas que lutam e fazem o possível e o impossível para as suas expectativas, compromissos, sonhos e desejos darem certo. São menos felizes se algo não correr como o esperado? Não. Porque quando se dá o que se pode e até o que se não pode e algo não dá certo, é porque algo de mais importante está reservado para preencher o seu lugar.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

« Nada existe estável sob o Sol »


Eça de Queirós

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Uma adrenalina domina. Um grito louco e aliviado rebenta. Um sentimento reconfortante apodera-se. Êxtase total.





segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

« Por um misto de emoções me guiei e aqui vim parar. Não corro, não fujo. Apenas quero saber a razão de aqui estar »

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Dois Mil e Onze



Dois Mil e Onze.

Dois Mil e Onze foi diferente, especial. Foi um ano de assentar ideias, definir expectativas, continuar a lutar pelo que queria, mantendo tudo o que ganhei até ao momento ao meu lado.

Cresci. Sonhei. Errei.

Foi difícil cooperar tudo, não foi fácil a adaptação a novos anos escolares. Mas foi bom poder continuar a contar com as pessoas que me enchem o coração.

Houve momentos difíceis, momentos stressantes, momentos menos bons. Mas essencialmente existiram (e existem guardados na minha memória e coração) momentos bons: alegres, divertidos, de rir até chorar, de desabafar, momentos estes que nos dão a garantia do que somos e de quem podemos contar.

Foi um ano que difere de Dois Mil e Dez no que se refere a encontrar novas sensações: foi um ano de manter as que já existiam, torná-las mais intensas, verdadeiras e duradouras.

Defini objectivos, atingi-os. Desanuviei, trabalhei ainda mais.

Dei o que pude a quem achei que merecia o meu esforço e não me arrependo de nada... Excepto de não ter passado mais tempo com as pessoas que adoro.

Foi um ano de me estabilizar enquanto pessoa. Um ano para dar novo rumo e descobrir novos caminhos em sentimentos e sensações já conhecidas. Um ano de aprendizagem, onde reforcei a certeza de que quem gosta de nós está sempre connosco e onde procuramos conviver ao máximo.

Ficarão para sempre marcadas as asneiras das aulas e fora delas, as gargalhadas, os abraços, os gestos, os carinhos.
...
As palavras não são muitas mais para descrever este ano, mas não significa que não foi tão ou mais importante do que os outros... Só significa que nem sempre existem palavras para descrever certos instantes.

Desejo a todos os preencheram o meu ano, e não só, um óptimo Dois Mil e Doze e que nele consigam realizar todos os desejos e objectivos que não realizaram este ano e que abram as portas a novos e enriquecedores desafios e sonhos... E que principalmente se divirtam e não deixem de ser quem são :)



Momentos... Pequenos grandes momentos a correrem num cantinho chamado memória

sábado, 24 de dezembro de 2011



« My soul is the sky »


William Shakespeare
« O Natal não é um momento nem uma estação, senão um estado da mente. Valorizar a paz e a generosidade e ter graça é compreender o verdadeiro significado de Natal »


Calvin Coolidge

domingo, 18 de dezembro de 2011


Era bom que não precisassemos de uma razão para tudo o que fazemos...

domingo, 11 de dezembro de 2011



Pôr a imaginação ao rubro, a viver, a dançar. Pô-la a correr todos os cantos do nosso ser.
Crescer, tendo a consciência de que para sonhar é preciso distinguir a realidade do surreal, as ilusões das verdades. Ficar na expectativa de que algo se concretize, ser-se invadido pela esperança, nostalgia e ambição. Desejar que os nossos mais profundos desejos e sonhos se tornem reais.

Sonhar, não sonhamos todos?

Os sonhos fazem parte de nós, caracterizam-nos, guiam os nossos pensamentos e ações.



Porém, a verdadeira arte não está em sonhar, mas em passar os sonhos do nosso mundo para o mundo cá fora. E se não correr como desejamos, ir sempre em frente à procura de algo que nos complete.

Os sonhos não deixam de ser reais se não se concretizarem ou se se tranformarem noutros. Não deixam de existir dentro de nós, não desaparecem.

Ter a capacidade de sonhar é algo que não se consegue explicar. O subconsciente é uma coisa incrível.

« Somos sempre muito mais do que pensamos ser e temos muito mais para dar do que pensamos »

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Utopia








« The burning desire to live and roam free
It shines in the dark and it grows within me ... »