Mudar o modo como vemos o Mundo, como vemos o que nos rodeia, como vemos nós próprios. Por vezes, basta mudarmos de sentido, de direcção, que tudo passa a fazer sentido.
domingo, 16 de setembro de 2012
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
Parar. Fechar os olhos. Respirar. Inspirar e expirar lentamente. Esvaziar a mente. E com nada me preocupar. Ficar parada à deriva na mente, sentindo o que me rodeia. Sentindo o meu interior acorrentado. Soltar as ansiedades, preocupações e medos que existem em mim e deixá-los voar, com um bilhete de só ida. E regressar a mim, leve, liberta, consciente de querer aproveitar tudo ao máximo.
domingo, 26 de agosto de 2012
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
terça-feira, 14 de agosto de 2012
sexta-feira, 27 de julho de 2012
quinta-feira, 26 de julho de 2012
quarta-feira, 18 de julho de 2012
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Verão.
Entrar num estado de espírito livre. Correr. Sorrir. Sonhar. Amar. Ser nós próprios: viver. Pensar no infinito e achar pouco. Olhar o horizonte e desejar lá chegar. Ver o pôr-do-sol mil e uma vezes e ficar acordados até o amanhecer. Prometer. Cuidar. Concretizar. Acreditar que tudo vai durar, acreditar que esta época não vai acabar. Sentir tudo intensamente. Conhecer novas sensações. Reviver as já conhecidas. Divertir. Ajudar. Desanuviar. Mergulhar e deixar que todos os problemas sejam levados pelo vento. Voar nas asas da imaginação. Dar um par de asas às complicações e preocupações. Deixar-se levar pelo convívio, animação, simplicidade. E sobretudo não sofrer, não ansiar. Verão.
« Cut out all the ropes and let me fall »
segunda-feira, 2 de julho de 2012
segunda-feira, 18 de junho de 2012
segunda-feira, 4 de junho de 2012
« Nada desejar e nada recear... Não se abandonar a uma esperança - nem a um desapontamento. Tudo aceitar, o que vem e o que foge, com a tranquilidade com que se acolhem as naturais mudanças de dias agrestes e de dias suaves. E, nesta placidez, deixar esse pedaço de matéria organizada que se chama o Eu ir-se deteriorando e decompondo até reentrar e se perder no infinito Universo... Sobretudo não ter apetites. E, mais que tudo, não ter contrariedades. »
Os Maias - Eça de Queirós
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Porque ser criança é olhar o mundo sem maldade, sem intenções. É não sentir o tempo passar e ter sempre um sorriso e uma alegria que tudo e todos contagia. É dar e não esperar nada em troca. É achar piada às coisas mais simples. É olhar para os adultos e não os compreender. É fazer o que apetece sem deixar nada interferir. É ser-se sábio não o sabendo. Porque ser criança é um mundo onde ser adulto é o fim.
terça-feira, 22 de maio de 2012
sábado, 5 de maio de 2012
Um mundo do avesso
« O meu mundo não é como o dos outros, quero demais, exijo demais; há em mim uma sede de infinito, uma angústia constante que eu nem mesma compreendo, pois estou longe de ser uma pessoa; sou antes uma exaltada, com uma alma intensa, violenta, atormentada, uma alma que não se sente bem onde está, que tem saudade… sei lá de quê! » Florbela Espanca
Uma alma que não sabe bem onde está nem onde quer estar.
Um mundo do avesso onde a chuva são raios de sol. Onde as ondas do mar são ondas de fogo. Onde o ódio se torna paixão e a paixão se torna ódio. Onde uma amizade cria inimigos e os inimigos se tornam chegados. Onde a insegurança reina ao contrário das certezas. Onde vento é brisa e a brisa é vento. Onde o perfeito é imperfeito e o imperfeito é perfeito. Onde o tudo pode virar nada, e o nada pode ser mesmo tudo. Um universo onde o tempo foge e deixa marcas que jamais se esquecem. Um mundo onde uma simples palavra, uma ausência de olhar, uma ambiguidade pode significar o fim deste. Um sonho onde o futuro é inesperado e assustador. Uma viagem onde o que interessa não são as aventuras em si mas com quem as vivemos. Um sentimento infinito, eterno, onde palavras não chegam para descrever a sua milésima parte e gestos são apenas uma forma de o demonstrar. Um abraço conhecido, um beijo reconfortante. Uma alma que se encontra no meio de tanta confusão.
sábado, 21 de abril de 2012
terça-feira, 17 de abril de 2012
quarta-feira, 28 de março de 2012
sexta-feira, 23 de março de 2012
Mistério

Há coisas que só são bonitas quando as percebemos... Há outras que só o são enquanto não sabemos o que realmente são.
O mistério cria sentimentos novos. É a chave para um mundo diferente onde reina a fantasia, onde a imaginação flui sem que nada a páre. A curiosidade, pelo contrário, mata sonhos. Mata ilusões, ambições. Destrói o que muitas vezes nos mantém estáveis. Sem aquele cantinho especial chamado mistério em que podemos nos libertar e dar um bocadinho de nós (sim porque a nossa imaginação e o que dela flui faz parte de nós) perdemos o interesse, a segurança. Passamo-nos a interessar por outras coisas e deixamos de parte algo que fazia parte de nós. Lembranças voltam. Revivemos os tempos em que não sabiamos ao certo o que aquilo era. E um querer voltar atrás, um querer voltar ao mistério, apodera-se do nosso corpo, do nosso coração, da nossa alma.
O mistério cria sentimentos novos. É a chave para um mundo diferente onde reina a fantasia, onde a imaginação flui sem que nada a páre. A curiosidade, pelo contrário, mata sonhos. Mata ilusões, ambições. Destrói o que muitas vezes nos mantém estáveis. Sem aquele cantinho especial chamado mistério em que podemos nos libertar e dar um bocadinho de nós (sim porque a nossa imaginação e o que dela flui faz parte de nós) perdemos o interesse, a segurança. Passamo-nos a interessar por outras coisas e deixamos de parte algo que fazia parte de nós. Lembranças voltam. Revivemos os tempos em que não sabiamos ao certo o que aquilo era. E um querer voltar atrás, um querer voltar ao mistério, apodera-se do nosso corpo, do nosso coração, da nossa alma.
A magia está muitas vezes no mistério. Um mistério que no início é assustador, que se torna familiar e que, ao se acabar, se torna tão nostálgico...
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