domingo, 28 de outubro de 2012
Sonho
De olhos abertos.
De alma aberta ao coração
E de coração vibrante às sensações que me rodeiam.
Quero
O Infinito do meu ser
E desejo
O Impossível das minhas ações
Corro
Pelo Mundo
À espera que algo me surpreenda
Páro.
Desacreditada de tudo o que vejo
E sinto
Penso
Por vezes o que mais precisamos
Está mais perto do que julgamos..
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
domingo, 16 de setembro de 2012
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
Parar. Fechar os olhos. Respirar. Inspirar e expirar lentamente. Esvaziar a mente. E com nada me preocupar. Ficar parada à deriva na mente, sentindo o que me rodeia. Sentindo o meu interior acorrentado. Soltar as ansiedades, preocupações e medos que existem em mim e deixá-los voar, com um bilhete de só ida. E regressar a mim, leve, liberta, consciente de querer aproveitar tudo ao máximo.
domingo, 26 de agosto de 2012
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
terça-feira, 14 de agosto de 2012
sexta-feira, 27 de julho de 2012
quinta-feira, 26 de julho de 2012
quarta-feira, 18 de julho de 2012
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Verão.
Entrar num estado de espírito livre. Correr. Sorrir. Sonhar. Amar. Ser nós próprios: viver. Pensar no infinito e achar pouco. Olhar o horizonte e desejar lá chegar. Ver o pôr-do-sol mil e uma vezes e ficar acordados até o amanhecer. Prometer. Cuidar. Concretizar. Acreditar que tudo vai durar, acreditar que esta época não vai acabar. Sentir tudo intensamente. Conhecer novas sensações. Reviver as já conhecidas. Divertir. Ajudar. Desanuviar. Mergulhar e deixar que todos os problemas sejam levados pelo vento. Voar nas asas da imaginação. Dar um par de asas às complicações e preocupações. Deixar-se levar pelo convívio, animação, simplicidade. E sobretudo não sofrer, não ansiar. Verão.
« Cut out all the ropes and let me fall »
segunda-feira, 2 de julho de 2012
segunda-feira, 18 de junho de 2012
segunda-feira, 4 de junho de 2012
« Nada desejar e nada recear... Não se abandonar a uma esperança - nem a um desapontamento. Tudo aceitar, o que vem e o que foge, com a tranquilidade com que se acolhem as naturais mudanças de dias agrestes e de dias suaves. E, nesta placidez, deixar esse pedaço de matéria organizada que se chama o Eu ir-se deteriorando e decompondo até reentrar e se perder no infinito Universo... Sobretudo não ter apetites. E, mais que tudo, não ter contrariedades. »
Os Maias - Eça de Queirós
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