domingo, 7 de abril de 2013

Um querer voltar atrás sem propriamente o fazer.
Um querer permanecer onde estou, onde realmente sei. (ou penso que sei)
Um querer ultrapassar. Um querer deixar no passado ou de lado no presente tudo o que não interessa, tudo o que é insignificante, inútil.

Um querer praticamente impossível..
(pelo menos agora)



...
Noite.
As luzes da rua e algumas vozes conhecidas dominam-na.

Em mim, apodera-se a melancolia, uma nostalgia antecipada, uma saudade precipitada e uma angústia evitável (ou não).
Uma sensação repentina desagua no meu pensamento. Querer desligar-me do mundo, das pessoas, de mim. Deixar a alma flutuar num rio de paz, sossego, onde a falsidade não reina e onde o que importa é o "agora", o momento presente.

O frio começa a invadir-me fisicamente.
Psicologicamente, encontro-me congelada, parada. Há já algum tempo.






I close my eyes. And I can feel it. I can see it.
 How wonderful life can be.

See the whole world passing in front of my eyes.
Feel that I just know a little bit of a huge (huge) world.

There are so much to discover. So much to learn, to feel, to be.
And I'm just beginning. (Hopefully).

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013


Ausentar toda a minha consciência e ficar navegando em sonhos e sensações.. @

domingo, 13 de janeiro de 2013


I wish everything was simple like that @



« Às vezes construo barreiras não para afastar as pessoas, mas para ver quem se importa o suficiente para quebra-las... »

Autor desconhecido




sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

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segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

dois mil e doze


 
@ dois mil e doze… Foi um ano de lutar. Lutar por aquilo que queria, por aquilo que achava correto, por aquilo que amava. Um ano de aprender com os erros, com as lágrimas, um ano onde principalmente aprendi a crescer com os acontecimentos, com os momentos envolventes, sendo estes bons ou menos bons.
 Um ano de ansiedades, de receios quanto ao futuro. Preocupações, medos, inseguranças. Distância. De muitas pessoas.
Um ano de tomar consciência de quem realmente importa e de assegurar ainda mais as certezas que tinha.  Um ano de trabalho, estudo, esforço que poucos (mas bons) valorizaram.

Dois mil e doze foi um ano difícil. Perdi pessoas - no seu significado literal e ao mesmo tempo não. Sofri por quem não merecia. Mas dei todo o meu amor e carinho a quem mo dava, apesar de nem sempre dar toda a minha atenção/tempo.
Custou. Doeu. Oh o quanto perdi. Em troca, o céu ganhou a estrela mais brilhante de todas.

Mas nestes momentos houve sempre alguém para me apoiar. E a esses agradeço do fundo do meu coração.
Apesar de tudo, foi um ano de momentos inesquecíveis, momentos estes que superam (a maioria) dos momentos baixos.

A família e amigos, juntamente com a música e a natureza envolvente, tornaram os meus dias incríveis, acrescentando momentos fantásticos à minha coleção de memórias.
Vivi tudo intensamente. Lutei contra o instinto de pensar em vez de aproveitar. Lutei contra os meus medos. Alcancei os meus objetivos, superei as minhas expetativas. Gritei, sorri, chorei, abracei. Mergulhei, cantei, dancei.

Recebi algo de quem menos esperava. Levei com os pés de quem muito gostava.
Perdi oportunidades, mas sei que mais virão… Diferentes mas igualmente boas (ou melhores) – espero.

E continuo eu. Diferente, mas igual. Um paradoxo que define exatamente, perfeitamente, todo o embaraço de pensamentos e misto de sensações que se encontram em mim.
Sortuda? Sim. Por tudo o que vivi e vivo, por tudo o que tive e tenho. Por poder ser quem sou com quem mais amo e por ter alguém a quem amar.

O tempo passou depressa. Depressa demais.
 
E sim, dois mil e doze foi um ano difícil de definir em poucas palavras. Marcado por um crescimento, repentino talvez. Inesperado. E cheio de momentos enriquecedores e inesquecíveis, que sem dúvida alguma, irão deixar imensas saudades.
 
Dois mil e doze: um ano onde tudo o que era verdadeiro permaneceu.
Dois mil e treze: um só desejo tenho. Continuar a ser feliz com quem mais amo e me ama. @

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012


« Because I know that are people who say these things don’t happen.
I know that are people who forgets what is like to be sixteen when they turn seventeen.
I know that these all would be stories someday and our pictures would become old photographs and we all become somebody’s mom or dad.

But right now these moments are not stories.
 This is happening.

 I am here (...)
I can see it.

 This one moment when you know that you are not a sad story. 

You're alive. And you stand up and see the lights on buildings and everything that makes you wonder, and you are listening to that song, on that drive, with people you love most in this world.

And in this moment, I swear, we are infinite

The Perks of Being a Wallflower

domingo, 9 de dezembro de 2012



« a minha mente ultrapassa a velocidade da luz.  tento travá-la, desacelerá-la um bocadinho. mas esta encontra-se no automático. e tudo parece girar tão depressa.. como um furacão que assola a costa. e sinto-me como se estivesse no meio dessa confusão a ser constantemente levada pelo vento, obtendo várias direções e não sabendo qual a correta.. »



domingo, 28 de outubro de 2012


«  E você percebe a beleza irrepetível de fazer a aparentemente mesma coisa, de forma única, porque sabe que na abundância ilimitada da criação existem infinitas possibilidades de combinações que nos possibilitam sempre trazer o novo... mesmo no velho...

Você percebe que o velho nem existe.... porque tudo se renova. O que existe é o nosso apego às coisas que... cristalizamos com ele e com isso paralisamos no tempo tendo a falsa ilusão que aquilo não muda... »

Rubia A. Dantés



Sonho
De olhos abertos.
De alma aberta ao coração
E de coração vibrante às sensações que me rodeiam.
Quero
O Infinito do meu ser
E desejo
O Impossível das minhas ações
Corro
Pelo Mundo
À espera que algo me surpreenda
Páro.
Desacreditada de tudo o que vejo
E sinto
Penso

Por vezes o que mais precisamos
Está mais perto do que julgamos..

E querer subir tudo de uma só vez é fugir à aprendizagem ..


sexta-feira, 28 de setembro de 2012



« ... Sometimes you just have to walk away ... »

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

« (...) Que sei eu do que serei, eu que não sei o que sou?
Ser o que penso? Mas penso tanta coisa!
(...) Derrame-me a Natureza sobre a cabeça ardente
O seu sol, a sua chuva, o vento que me acha o cabelo,
E o resto que venha se vier, ou tiver que vir, ou não venha. (...)
»

Álvaro de Campos

domingo, 16 de setembro de 2012




Physical loading: 99%
Psycological loading: 10% ...
Last Year.. @

 
Por vezes, é uma questão de perspetiva.

Mudar o modo como vemos o Mundo, como vemos o que nos rodeia, como vemos nós próprios. Por vezes, basta mudarmos de sentido, de direcção, que tudo passa a fazer sentido.