quinta-feira, 4 de julho de 2013

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Eighteen @

Really happy :)

sábado, 15 de junho de 2013

Mundo do avesso.
Humanos viram-se contra humanos.
Paz vira guerra.
Vida vira morte.
Sorrisos viram lágrimas.
Verdades viram mentiras.
Promessas ficam desfeitas.
Momentos tornam-se lembranças.
Amor torna-se ódio.
Palavras tornam-se silêncio.
Consciência torna-se inconsciência.
E a razão é dominada pela emoção.

Melhores amigas viram desconhecidas, inimigas.
Um local cheio de pessoas torna-se vazio.
Desconhecidos e inesperados transformam-se em família.
Presente vira passado e futuro vira presente.

Quem é que entende?

Porém, tudo à nossa volta continua. Mais fraco ou mais forte mas continua. Porque nada do que nos faz sofrer intencionalmente merece a nossa atenção, o nosso carinho.

Há que ter pensamento positivo. Apesar de todas as mudanças e loucuras, família continua família. Verdadeiros sentimentos permanecem.


E as recordações de momentos bem passados com pessoas “já passadas” tornam-se meros recortes que raramente vêm à margem do pensamento. Passado é passado. O presente é o que importa.

terça-feira, 11 de junho de 2013

quarta-feira, 5 de junho de 2013

« Segue o teu Destino
Rega as tuas plantas
Ama as tuas rosas
O resto é a sombra

Das árvores alheias »

Ricardo Reis

segunda-feira, 3 de junho de 2013


 We are made by pieces. Pieces of people we know in our lives, pieces of places where we have been, pieces of moments that for some reason aren't easy to forget.
 Every little thing influences us, influence me. And suddently I find myself, staring at some place, with my eyes crossing the view and my mind flying into time, dreams and thoughts.

 Some things are so hard. Others, so easy. And we have the power to choose them. And change them.

 I like to believe that every dream is possible. We just have to make them happen, believing in ourselves and doing whatever we can. We simply can't give up every time it doesn't work..
 Dreams are the mirror of ourselves. Because they are made from our desires, our fears, our soul - they are made from us.



sexta-feira, 17 de maio de 2013

Dar valor. Antes. Agora. Depois.
Fixando o infinito de cada instante e a beleza da imperfeição do que nos rodeia.

terça-feira, 7 de maio de 2013

segunda-feira, 6 de maio de 2013





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E o problema do ser humano é esperar algo, criar expectativas, imaginar e sentir tudo assim tão real dentro da sua cabeça. E depois puff. Acontece o inesperado e trocam-se as perspectivas, os planos, tudo. Nada acontece como queríamos. E restam apenas desejos, desejos impossíveis de realizar, pedaços angustiantes de tudo aquilo que foi sonhado e não foi possível alcançar..





domingo, 7 de abril de 2013





Some people just give in.
Some people just don't try.

But I'm not like them.




Um querer voltar atrás sem propriamente o fazer.
Um querer permanecer onde estou, onde realmente sei. (ou penso que sei)
Um querer ultrapassar. Um querer deixar no passado ou de lado no presente tudo o que não interessa, tudo o que é insignificante, inútil.

Um querer praticamente impossível..
(pelo menos agora)



...
Noite.
As luzes da rua e algumas vozes conhecidas dominam-na.

Em mim, apodera-se a melancolia, uma nostalgia antecipada, uma saudade precipitada e uma angústia evitável (ou não).
Uma sensação repentina desagua no meu pensamento. Querer desligar-me do mundo, das pessoas, de mim. Deixar a alma flutuar num rio de paz, sossego, onde a falsidade não reina e onde o que importa é o "agora", o momento presente.

O frio começa a invadir-me fisicamente.
Psicologicamente, encontro-me congelada, parada. Há já algum tempo.






I close my eyes. And I can feel it. I can see it.
 How wonderful life can be.

See the whole world passing in front of my eyes.
Feel that I just know a little bit of a huge (huge) world.

There are so much to discover. So much to learn, to feel, to be.
And I'm just beginning. (Hopefully).

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013


Ausentar toda a minha consciência e ficar navegando em sonhos e sensações.. @

domingo, 13 de janeiro de 2013


I wish everything was simple like that @



« Às vezes construo barreiras não para afastar as pessoas, mas para ver quem se importa o suficiente para quebra-las... »

Autor desconhecido




sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

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segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

dois mil e doze


 
@ dois mil e doze… Foi um ano de lutar. Lutar por aquilo que queria, por aquilo que achava correto, por aquilo que amava. Um ano de aprender com os erros, com as lágrimas, um ano onde principalmente aprendi a crescer com os acontecimentos, com os momentos envolventes, sendo estes bons ou menos bons.
 Um ano de ansiedades, de receios quanto ao futuro. Preocupações, medos, inseguranças. Distância. De muitas pessoas.
Um ano de tomar consciência de quem realmente importa e de assegurar ainda mais as certezas que tinha.  Um ano de trabalho, estudo, esforço que poucos (mas bons) valorizaram.

Dois mil e doze foi um ano difícil. Perdi pessoas - no seu significado literal e ao mesmo tempo não. Sofri por quem não merecia. Mas dei todo o meu amor e carinho a quem mo dava, apesar de nem sempre dar toda a minha atenção/tempo.
Custou. Doeu. Oh o quanto perdi. Em troca, o céu ganhou a estrela mais brilhante de todas.

Mas nestes momentos houve sempre alguém para me apoiar. E a esses agradeço do fundo do meu coração.
Apesar de tudo, foi um ano de momentos inesquecíveis, momentos estes que superam (a maioria) dos momentos baixos.

A família e amigos, juntamente com a música e a natureza envolvente, tornaram os meus dias incríveis, acrescentando momentos fantásticos à minha coleção de memórias.
Vivi tudo intensamente. Lutei contra o instinto de pensar em vez de aproveitar. Lutei contra os meus medos. Alcancei os meus objetivos, superei as minhas expetativas. Gritei, sorri, chorei, abracei. Mergulhei, cantei, dancei.

Recebi algo de quem menos esperava. Levei com os pés de quem muito gostava.
Perdi oportunidades, mas sei que mais virão… Diferentes mas igualmente boas (ou melhores) – espero.

E continuo eu. Diferente, mas igual. Um paradoxo que define exatamente, perfeitamente, todo o embaraço de pensamentos e misto de sensações que se encontram em mim.
Sortuda? Sim. Por tudo o que vivi e vivo, por tudo o que tive e tenho. Por poder ser quem sou com quem mais amo e por ter alguém a quem amar.

O tempo passou depressa. Depressa demais.
 
E sim, dois mil e doze foi um ano difícil de definir em poucas palavras. Marcado por um crescimento, repentino talvez. Inesperado. E cheio de momentos enriquecedores e inesquecíveis, que sem dúvida alguma, irão deixar imensas saudades.
 
Dois mil e doze: um ano onde tudo o que era verdadeiro permaneceu.
Dois mil e treze: um só desejo tenho. Continuar a ser feliz com quem mais amo e me ama. @

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012


« Because I know that are people who say these things don’t happen.
I know that are people who forgets what is like to be sixteen when they turn seventeen.
I know that these all would be stories someday and our pictures would become old photographs and we all become somebody’s mom or dad.

But right now these moments are not stories.
 This is happening.

 I am here (...)
I can see it.

 This one moment when you know that you are not a sad story. 

You're alive. And you stand up and see the lights on buildings and everything that makes you wonder, and you are listening to that song, on that drive, with people you love most in this world.

And in this moment, I swear, we are infinite

The Perks of Being a Wallflower